Lideranças do agronegócio falam sobre expectativas para 2017

O setor de comunicação da Fecoagro vai apresentar neste final de semana programa de rádio especial sobre as expectativas do agronegócio para 2017. O programa de final de ano, veiculado pela Rede Catarinense de Comunicação Cooperativista ouvirá sete lideranças expressivas do setor. São 70 emissoras de todas as regiões do estado que apresentam diariamente o programa Agronegócio Hoje. Nos finais de semana (sábados e domingos), o programa Informativo Agropecuário é mais abrangente. No último final de semana foram ouvidas autoridades e lideranças sobre suas avaliações das atividades do agronegócio no ano de 2016. Neste final de semana o programa ouve as mesmas lideranças sobre suas expectativas para 2017.

Falam no programa o secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa; o presidente da Frencoop na Assembleia Legislativa, deputado José Milton Scheffer; o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo; o presidente do Sicoob SC/RS, Rui Schneider da Silva; o presidente da Aurora Alimentos, Mario Lanznaster; o presidente da Ocesc, Luiz Vicente Suzin e o presidente da Fecoagro, Claudio Post.

Como foi o ano de 2016? Certamente não foi o mais positivo, com inúmeros problemas, especialmente em nosso país que enfrentou crises políticas e econômica e, consequentemente, afetando a área social, disse Ivan Ramos, diretor executivo da Fecoagro e que propôs o programa. Bem ou mal, foi ultrapassado mais um período de turbulências que atingiu a toda a população. Alguns sofrendo mais, outros menos, mas todos sofrendo. Mas o que é pior: não foi por culpa da natureza como sempre temos que justificar em situações como essa. Tivemos problemas no mercado de algum produto agropecuário? Sim, mas o problema do país foi muito além disso. Desta vez a crise foi motivada pela ação (ou falta dela) das pessoas. Mais precisamente dos políticos, dos governantes, dos responsáveis pela administração pública do país. Mas estamos superando! Não totalmente, mas estamos a caminho da superação. Para isso precisamos de otimismo, confiança, trabalho e honestidade, destacou o diretor executivo da Fecoagro.

O programa Informativo Agropecuário, que tem audiência assegurada especialmente no meio rural, ouviu lideranças do setor do agronegócio e do cooperativismo, falando sobre os resultados econômicos e sociais das suas atividades em 2016. O secretário Moacir Sopelsa diz que o Governo do Estado, além de manter os programas existentes na Secretaria da Agricultura, pretende ampliar e criar novos programas para o agricultor catarinense em 2017.

O programa enfoca que o dia a dia de uma nação passa pela ação dos políticos. O exemplo mais recente em nosso país comprova isso. A política repercute no econômico, o econômico repercute nas pessoas. O agronegócio e o cooperativismo fazem parte do econômico e do social, portanto, também são afetados pela política. Ter representante político pelos diversos segmentos da sociedade é um direito de todos que vivem num país democrático. O cooperativismo também precisa ter seus representantes políticos na esfera do legislativo. A Frencoop – Frente Parlamentar do Cooperativismo da Assembleia Legislativa de SC é formada por 10 deputados que se comprometeram em defender os interesses cooperativistas naquela Casa de leis. O deputado José Milton Scheffer, atualmente é o presidente da Frencoop estadual e também fala sobre suas expectativas para o ano de 2017.

FORÇA DO AGRONEGÓCIO

O agronegócio em SC é propulsor de diversas outras atividades econômicas, na cidade e no campo. Todos sabemos que o campo contribui com aproximadamente 30 por cento do PIB catarinense, e tem sido o suporte das atividades econômicas. Existe um ditado popular que afirma: Se o campo não planta, a cidade não janta. A diversificação de atividades no campo em SC também é um fator preponderante para que sempre tenhamos algum resultado positivo, mesmo que um ou outro produto esteja em crise. A nossa estrutura fundiária predominantemente de pequenas e médias propriedades ajudam a sustentar a diversificação de culturas e a rentabilidade na atividade. As entidades que apoiam, educam, treinam e orientam o homem do campo, tem um papel importante para o sucesso das pequenas propriedades. Entre elas está a FAESC – Federação da Agricultura de SC que junto com o Senar tem auxiliado significativamente na formação profissional dos nossos agricultores. O presidente da FAESC/SENAR em SC, José Zeferino Pedrozo também fala no programa das suas expectativas na área para o ano de 2017.

COOPERATIVA DE CRÉDITO

O cooperativismo de crédito é outro segmento importante para o homem do campo. Integrar uma cooperativa de crédito é ter a segurança de assistência financeira de confiança, orientada e atendimento personalizado. Ser sócio de uma cooperativa de crédito é ser cliente e dono do negócio Os resultados dessa retornam aos seus associados, além de dispor de taxas mais atrativas também nas aplicações financeiras, como nos empréstimos. O presidente do Sicoob SC/RS, Rui Schneider da Silva, também fala do que espera para o ano 2017.

AGROINDÚSTRIA COOPERATIVA

A atividade agropecuária é um negócio de risco. O produtor rural está sempre exposto a perder dinheiro. Quando não é o tempo é o mercado. Para sobreviver precisa ser eficiente na produção, reduzir custos, ampliar a produtividade e agregar valor nos seus produtos. Para agregar valor, precisa se unir em cooperativas, e com a junção de volumes possibilita industrializar. Somente industrializando sua produção auferirá mais resultados. A Cooperativa Central Aurora Alimentos é o guarda-chuva das cooperativas de produtores e essas dos agricultores. É o instrumento disponível para agregação de valores nas atividades da suinocultura, avicultura e da produção leiteira. Através da Aurora, o agricultor com pequenos volumes consegue resultado de grandes empresas. O ano passado não foi dos melhores para as agroindústrias, porém, elas foram importantes suportes para o agricultor atravessar a crise do milho. O presidente da Aurora, Mario Lanznaster, também fala de suas expectativas para 2017.

COOPERATIVISMO

O cooperativismo não é uma aventura. O cooperativismo é a solução para grandes e pequenos produtores. Esse movimento já é consagrado em todo o mundo. É a maior associação de pessoas do planeta. O cooperativismo busca o social através do econômico. Tem gestão transparente, democrática e todos tem adesão livre. Ser cooperativista é querer o bem comum para todos seus integrantes, e não apenas para alguns. A Ocesc – Organização das Cooperativas do Estado de SC é a entidade de representação do sistema cooperativo em nosso estado. Ela se preocupa em defender os sete princípios universais da cooperação, da formação de dirigentes, funcionários e associados das cooperativas. O presidente da Ocesc – Luiz Vicente Suzin, fala das suas expectativas para cooperativismo em 2017.

FECOAGRO

O cooperativismo em SC tem sido referência de integração, intercooperação e comunicação cooperativista de todo o país. A integração se faz com persistência na conscientização, com dedicação permanente pregando que unidos somos mais fortes. A Fecoagro tem sido o instrumento insistente da prática da integração, da intercooperação. Suas atividades são voltadas a união. Negócios e projetos em conjunto, divulgação sistêmica fazem parte das atividades da Fecoagro. São mais de 40 anos praticando e estimulando a integração e a intercooperação em SC. Os resultados dessa união são incontestáveis, não apenas econômicos, mas também, de estímulo à solidariedade. As atividades econômicas da Fecoagro na Central de Compras e no processamento de fertilizantes, além da coordenação dos programas Troca-troca do Governo do Estado, conseguiram resultados importantes às cooperativas e aos agricultores em 2016. O presidente da Fecoagro, Claudio Post, fala do que espera para 2017.

Fonte: Fecoagro/SC e equipe da TV Coop/SC

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